terça-feira, 30 de abril de 2013

Eu queria fazer um blog sobre...

Corrida: mas ainda não sou, nem consegui, nem quero ser uma viciada em endorfina que acorda todo dia às 5 da manhã para correr na rua e fazer treinos de 20 km e me qualificar com tempo inferior a 3h35m para conseguir correr uma maratona. Gosto de me exercitar, quero superar meus limites mas não tenho nem tempo para treinos longos, ou treinos diários... ainda estou perseguindo meus 10k e minha meta está em um dia chegar aos 21k que tá muito bão.

Maquiagem: mas eu percebi que, chega um dia em que você começa a achar que todos os rimeis fazem um efeito muito parecido, e você não tem mais tempo para passar 4 cores de sombra diferentes, mais corretivo, base, pó, bronzeador, blush, curvex e 3 camadas de máscara só para ir ao trabalho e como não vai a 15 festas por semana também não precisa variar muito no tema.

Maternidade: mas digamos que a minha filha de um ano e meio exige que eu passe mais tempo com ela do que dividindo meus conhecimentos sobre ela na internet.

Cinema: a cinéfila que existia em mim na época da faculdade acabou sendo soterrada por uma avalanche de situações chamada vida adulta que me impedem de ir ao cinema ou mesmo de ver um filme inteiro em casa, sem interrupções. Tem uma pequena avalanche também chamada Olivia que só me deixa assistir a "O Mágico de OZ" pelo menos uma vez por dia há semanas... pelo menos esse é bom... clássico. Músicas decoradas.

Decoração: mas meus escassos conhecimentos sobre o tema se limitam a saber pendurar um quadro na altura certa e definir com 100% de certeza que a casa nova teria rodapés altos e paredes bege.

Moda: hahahahahahha... (me recuperando do acesso de riso). Como motivo básico deixo aqui a desculpa de que, embora eu mesma já tenha feito muito, acho um tanto ridícula essa história de se fotografar no espelho e dizer "hoje vou assim". Mas quem quiser fazer, que seja feliz.

Viagens: mas né, falta dindim pra sair por aí explorando o mundão, o que limita às viagens à casa da sogra no interior nos feriados e a uma viagem ao exterior a cada dois anos, no máximo.

Jornalismo: mas muitas e muitas vezes a vontade de falar sobre o trabalho se vai assim que o crachá passa na catraca.

Daí que a gente admira quem consegue manter blogs com um tema só e tenta, na medida do possível, virar blogueira também e faz um blog desses do tipo amplo, em que se fala de tudo e de nada ao mesmo tempo, quando dá tempo.


E tenta ser feliz assim :D



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cenas que fazem a gente suspirar: Disney no Central Park / NY

O filme todo é uma gracinha, divertido sem ser idiota. É a história da princesa Gisele que vive num mundo encantado e é expulsa por uma rainha invejosa para um lugar perigoso, cheio de criaturas estranhas de hábitos ainda mais esquisitos: Nova York.

Gisele ganha a ajuda da menina Morgan que vive com o pai Robert em Nova York. Eles encontram Gisele perdida, com aquele vestido bolo de princesa e decidem ajudá-la. Enquanto espera seu príncipe vir salvá-la, Gisele usa toda sua ingenuidade e fica amiga até das baratas e ratos novaiorquinos.



O mais legal é que eu vi Encantada pela primeira vez pouco depois de voltar de Nova York. Passei por todos aqueles lugares: Times Square, Katz's Deli, Columbus Circle e a Bethesda Fountain no Central Park, onde termina essa cena.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Sephoras, mimos e memória afetiva

Depois de ralar por duas semanas seguidas no trabalho me achei no direito de me dar um presentinho. Daí que calhou o fato de a gente ir no fim de semana almoçar no shopping onde recentemente abriu uma Sephora. Olha que coincidência!

Com a bebê dormindo no carrinho, dei um pulo rápido para conhecer a loja nova. E sério, memória afetiva fez com que eu me apaixonasse. Memória afetiva porque nas viagens que fiz ao exterior, a parada na Sephora era um dos pontos altos da sessão "compras para mim". Era uma delícia entrar na loja e ficar fuçando, tentando descobrir coisas legais para comprar que ou são mais caras no Brasil, ou não existem por aqui.

Portanto, Sephora me lembra viagens, me lembra lazer, momentos bons, férias... só coisa boa.

As duas Sephoras de São Paulo me fazem sentir assim... são iguaizinhas na estrutura, na organização, nos produtos, na variedade. Você pode testar mesmo os produtos, as vendedoras são atenciosas e conhecem o que estão vendendo... Fiquei flutuando.

Até o momento em que eu olhei o preço das coisas e cataploft ... voltei à realidade.

Infelizmente vários motivos levam o preço dos cosméticos no Brasil a serem o dobro, ou às vezes o triplo do valor vendido lá fora.

Mas a gente fuça e consegue encontrar algo que vale à pena. Gosto especialmente de procurar produtos da marca Sephora, já que muitos dos outros vendem em outros lugares.

No caso, me comprei dois lápis delineadores. "Paixonei"

Comprei um nano midnight black, porque era mais barato. Tava precisando de um preto novo mesmo, e o pretinho da Sephora é show, macio e bem escuro! E gamei mais ainda no marrom Keep Brown que, de novo, é bem escuro, macio e tem um ele brilho que deixa o olhar lindo sem ficar pretão, muito forte. Bom para o dia a dia.


O único defeito do Keep Brown é o fato de ser waterproof (à prova d'água). Não gosto de nada waterproof e minha oftalmologista me elogia muito por isso.

Duas comprinhas mini, mas que me deixaram com um sorrisão no rosto...


Cause I'm Worth it!

ps: como eu imaginava, aqui também a pronúncia é como na França Sê-fô-rrá. #ficadica

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Barriguinha, barrigão

Depois que a gente vira mãe, a gente adquire mais um guilty pleasure (prazer culposo): acompanhar a gravidez das celebridades: O que vestem, como é o enxoval, como está a barriguinha e especialmente SEU GANHO DE PESO.

Das que venho acompanhando ultimamente duas me chamam a atenção. Não por causa da superexposição, mas por serem tão opostas no quesito baby weight (peso da gravidez).

K & K (fotos reprodução)


Tanto Kate Middleton quanto Kim Kardashian devem dar à luz em julho. Mas é inevitável comparar o ganho de peso das duas. Pelas contas, elas estão com mais ou menos 6 meses de gravidez. Enquanto a Kate quase não engordou nada e a barriga acabou de aparecer oficialmente, a Kim está muito grande, a barriga enorme e os seios também.

Parênteses: Primeiro quero deixar claro aqui que não gosto da palavra "engordar" ao falar de ganho de peso na gravidez, mas vou usar aqui porque todos estamos acostumados a ela. Porque, gente, toda mulher ganha peso na gravidez, uma vez que a grávida está produzindo outro ser dentro da barriga e, além dele, a placenta e todo o líquido que o protege faz o ponteiro da balança aumentar, não tem jeito. Fecha Parênteses.

Voltando a Kim e Kate. A segunda já saiu na vantagem: primeiro que ela é linda, segundo que sempre foi muito magra e disciplinada para esportes e dietas e terceiro que é toda preparada pela equipe da realeza para estar sempre des-lum-bran-te. Kate Middleton nunca aparece despenteada, sem maquiagem ou sem sorrir. Certamente essa deve ser uma gravidez mega-saudável, exceto pelo enjoo do começo que levou a moça para o hospital.

Já a Kim perdeu a batalha logo na largada e virou alvo preferido dos críticos (texto ótimo sobre isso no The Daily Beast, aqui). Ela sempre foi voluptuosa, bundão, peitão e tals. E ainda enfrenta alguns obstáculos: vive nos Estados Unidos onde é muito fácil você se render ao fast food e a todas aquelas comidas porcaria deliciosas... e tem um senso fashion de gosto duvidoso, especialmente depois que começou a ser influenciada pelo porre do namorado dela, o Kanye West.

Sério, é um look pior do que o outro. E ela ainda insiste em tentar evidenciar uma cintura que, Kim, Baby, não existe mais porque você ESTÁ GRÁVIDA!

Mas eu compadeço de parte do seu sufoco. Ela, assim como eu, ganhou muito peito. E gente, essa foi uma das partes mais complicadas para mim. aquele seio enorme que não cabe em nenhuma roupa, nenhum sutiã! E ainda por cima dói por causa do peso. É desesperador.

Kim, sei que você não vai ler isso aqui, mas gata, prestenção em dicas simples:

- marca a cintura embaixo dos seios e não no lugar da sua antiga cintura - aquela lá não existe mais;
- não usa alcinha porque fica claro como o mar do Caribe que você não ficará confortável sem um sutiã/top que realmente sustente sua fábrica de leite;
- casacos abertos, formando uma linha reta na frente do corpo alongam;
- abandona esses saltos; sério, além de desconfortável por causa do aumento do teu peso, eles diminuem o tamanho das pernas
- calças com elástico - sim é deprê, mas tem como disfarçar o elástico, vai por mim
- larga o Kanye porque ele não entende nada de moda e tá te dando as dicas erradas; vai na minha que você vai se dar melhor
- e meu, manera aí na batata frita... pro seu bem e do nenê, falow ?!

De resto, gente, vamos parar de criticar, porque cada grávida sabe do seu corpo e não é bolinho, não.


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Cenas que fazem a gente suspirar - Brandon Flowers



Coisa incrível acontecia sempre que eu ouvia uma música nova do The Killers: eu sempre gostava! Achava estranho porque isso nunca acontecia com nenhuma outra banda ou artista. Até do Bon Jovi, às vezes, eu não curtia a música quando ouvia pela primeira vez... tinha que ir pegando o gosto.

Já tentei ir num show do The Killers no passado, mas não tinha companhia, choveu, enfim, bodiei.

Aí rolou o Lollapaloza em SP. Pena que era feriado e eu fui viajar. Também não me empolguei porque era um festival, ia tá lotado de gente e eu já sou velha e não aguento mais ir nesses lugares, sou mãe, blá blá blá e então nem fui atrás.

Mas que surpresa ao ver o show pela TV. Lindo, todo mundo pulando e cantando junto e Brandon Flowers, vocalista lindo-coisa fofa, não conseguia esconder a felicidade de ver aquele povo todo cantando junto com ele.

Então para suspirar um pouco com toda a fofura de Brandon Flowers, nada melhor do que rever o showzaço em SP.

Cá está.



E para solteiras apaixonadas que quiserem curtir ainda mais a fofura, um tumblr inspirador e divertido: Brandon Flowers casa comigo

sábado, 6 de abril de 2013

Balança / balanço

Meu corpo nunca mais foi o mesmo desde aquele 5 de fevereiro de 2011. Naquele dia eu corri 9km de manhã, estava de férias, saí à noite e fomos comer pizza na pizzaria ao lado da padaria Real (aquela da MTV) e tomei pelo menos um chopp. Qando cheguei em casa e acessei a internet, vi o resultado de um exame que dizia que eu estava grávida.

17 quilos e 9 meses depois veio ao mundo aquela coisinha mais linda e preciosa que é a minha filha.

Hoje pela manhã (5/4/13), mais de 2 anos depois do dia da descoberta, a balança marcou exatamente o meu peso de 02/2011.

Demorou, não minto. Mas acho que foi um período justo.

Acho que quando fiquei grávida não fiquei assim tão horrorosa apesar de ter ganhado tanto peso. Por sorte, meu rosto não inchou muito. Ou pelo menos é o que parecia. Já a licença-maternidade foi outra história. A licença-maternidade foi certamente o pior momento da minha forma física e não vou negar que eu ficava muito chateada: eu queria comer menos, mas passava o dia inteiro em casa e criava rotinas para comer. Comi toneladas de canjica super doce, porque diziam que aumentava o leite e porque, ora bolas, era super doce. Tomava café da tarde vendo novela com muito pão ou torrada e manteiga, isso quando a mesa não estava ainda mais cheia. E comia, comia, comia, porque não queria que faltassem nutrientes pra produzir o leite.

E não me exercitava por causa do peito cheio de leite, porque estava sempre com sono, porque não queria ficar longe da bebê, etc.

Quando voltei ao trabalho 6 meses depois do parto tinha perdido apenas 8,5 kg. Passei muitos meses usando apenas as minhas roupas de gestante. Só tinha duas calças que me serviam.

Não lembro de um determinado momento em que decidi emagrecer. Até porque eu adoro comer e sair pra comer. E pizza. E pastel. Mas aos poucos, bem aos poucos voltei aos exercícios. Foi muito dificil no começo porque decidi me exercitar logo cedo, antes de a bebê acordar de manhã, para poder passar o máximo possível de tempo com ela. Precisei trabalhar muito essa coisa da culpa de ficar longe da cria.

Retomei a corrida com uma planilha bem suave, misturando muita caminhada e apenas trote. Corria a 7,0 km/h na esteira. Isso não é nada! É apenas um caminhar acelerado. Mas era um ponto de partida.

A festa de 1 ano não chegou a ser um marco. Eu já estava emagrecendo mas a um ritmo lento. Fiquei triste com isso, mas o dia era de tanta alegria que isso não chegou a me abalar.

Quanto à alimentação, inicialmente funcionou encher o prato de salada e comer menos das outras coisas, mas almoçando na rua, como eu fazia, sempre sobrava espaço para uma friturinha, um pastelzinho, que impediam que eu emagrecesse. O que realmente funcionou foi passar a almoçar em casa e levar uma marmita de janta para o trabalho. O básico está salvando a minha dieta: arroz, feijão, salada e mistura. E sem me controlar nos fins de semana.

Hoje, 2 anos e 2 meses depois, eu corri 7km sem parar pela primeira vez desde aquela época. E depois disso, a balança voltou a mostrar os meus XY,z quilos de antes.



Nadei, corri, amei, comi... Vivi.

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